Igreja Batista da Concordia
ISRAEL
PARASHÁ BAMIDBAR (NO DESERTO)

PARASHÁ BAMIDBAR (NO DESERTO)

24 de maio de 2014 (5774)

BAMIDBAR (Números) Nm 1: 1 a 4: 20

 

Resumo da Parashá

 

·  Moisés realiza um censo de todos os israelitas do sexo masculino de 20 anos acima.

·  Os levitas têm suas tarefas definidas quanto ao trabalho do tabernáculo.

·  Cada tribo tem seu lugar definido no entorno do tabernáculo, para futuras movimentações pelo deserto.

·  Os membros da tribo de Levi são contados e são definidas as responsabilidades de cada uma das famílias.

·  Um censo especial para os primogênitos é realizado, e uma taxa especial para as suas redenções é definida.

 

O censo contou um total de 603.550 homens na faixa etária que fora definida, sem incluir os homens da tribo de Levi, que foram contados separadamente, sendo que a eles foi atribuída a missão de guardar o tabernáculo, tarefa inicialmente destinada aos primogênitos, como recompensa por terem se mantido fiéis a Deus no episódio do bezerro de ouro. O total de levitas chegou a 22.000 homens com mais de um mês de idade, conforme Deus havia mandado contar.

A parashá nos mostra que o acampamento era disposto em uma espécie de cruz, com o tabernáculo no centro, protegido nos quatro lados pela tribo da Levi. As doze tribos, cada uma delas com seus estandartes, foram divididas em quatro grupos.  Ao norte sob o comando de Dã, Naftalí e Aser; a oeste sob a liderança de Efraim, Manassés e Benjamim; a leste comandados por Judá, Issacar e Zebulon e ao sul liderados por Rúben, Gade e Simeão. As três divisões das famílias de Levi - Gérson, Kehat e Merari - cercavam o tabernáculo respectivamente a oeste, sul e norte e a cada uma delas foi atribuída uma tarefa referente à guarda e transporte do tabernáculo. A leste do tabernáculo, ficavam as família de Arão e Moisés.

 

Versículos de Destaque

 

Nm 3: 10 -- “Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que desempenhem o seu sacerdócio; e o estranho que se chegar será morto”.

 

Uma ordem que deveríamos atentar nos dias atuais. Hoje muitos falsos sacerdotes têm aparecido no meio evangélico. Seria para temerem, pois O Eterno não mudou.

 

 

Aplicação da Parashá e Haftará Os 2: 1 a 22

 

 

Após Deus ter tirado Israel do Egito, apenas uma turba, sem terem conhecimento algum de como é ser uma nação livre, poderíamos dizer até que não tinham nem alto estima. Ignorantes de muitas coisa essenciais à uma coesão nacional, a partir desta parashá veremos O Senhor preparando o povo para a união, aprendendo com as lutas de todos os tipos que teriam pela frente a entenderem e terem um sentimento forte de irmandade.

É como se diz e fazem no exército nacional no período básico: “é ralando que formarão um espírito de corpo”.

Realmente, desta forma, Deus iria preparar um povo guerreiro “para o que desse e viesse”.

Depois de um tempo que saíram do Egito, o povo recebe uma carta magna, uma constituição, um conjunto de leis que faria daquele povo um dos mais avançados em civismo e moralidade de todo o mundo.

Deus lhes ordenou organizarem-se segundo suas tribos e famílias com um líder em cada um dos lados, de forma que se locomovessem em forma de cruz, o que permitiria uma máxima proteção do tabernáculo e uma defesa adequada de cada uma das tribos, já que cada lado do acampamento poderia auxiliar os demais em caso de ataque inimigo.

 

A caminhada no deserto era necessária para o povo aprender a ter fé, uma vez que dependeriam apenas das misericórdias dO Eterno, e serviria também para que se desvencilhassem dos seus antigos deuses pagãos aos quais alguns ainda poderiam estar amarrados.

Neste deserto é onde se gerará a organização interna e se formará a tradição do povo judeu.

O deserto servirá de laboratório onde o povo terá experiências e se desenvolverá como uma nação.

É no deserto que o povo aprenderá a respeitar e manter uma estrutura, criar sua organização nacional. Cada tribo acampando em seu lugar pré-determinado, com sua bandeira. Cada um sabendo e respeitando a sua função e a responsibilidade que lhe fora atribuída.

Sem dúvida o livro Bamidbar é esta crônica da sagacidade, anseios, conflitos pessoais, fé, respeito ao próximo, respeito aos superiores, e, sobretudo, consciência de possuírem um Deus amoroso, presente, no qual poderão depositar confiança e esperança. Coisas que as demais nações não possuíam.

 

A haftará prediz, mais uma vez, que O Senhor iria castigar Israel por causa das suas prostituições espirituais, mas no final dos tempos mudaria seu destino, por causa das Suas eternas alianças. Deus jamais deixará Israel; mesmo que alguns não acreditem.

 

 

 

E o futuro de Israel, após serem todos crentes em Yeshua e cheios do Espírito Santo, será maravilhoso. Leia Joel 2: 28 a 32.

 

Um profundo e sincero SHALOM a todos!!!        

 

Autor: Sílvio Simões Maia



3 Comentários

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