Igreja Batista da Concordia
ISRAEL
PARASHÁ ACHAREI MOT (APÓS A MORTE)

PARASHÁ ACHAREI MOT (APÓS A MORTE)

19 de abril de 2014 (5774)

VAYIKRA (Levítico) Lv 16: 1 a 18: 30

 

Resumo da Parashá

 

·  A parashá começa com a menção da morte dos filhos de Arão, projetando a responsabilidade que os sacerdotes deveriam ter para com as ministrações no tabernáculo.

·  Toda a liturgia do dia de Yon Kipur (dia da expiação) é descrita em minúcias.

·  Outros sacrifícios são descritos pormenorizadamente dando-se ênfase ao do “bode emissário”.

·  São relacionadas várias proibições relativas a assuntos sexuais principalmente no que tange aos parentescos. Práticas sexuais como o incesto, homossexualismo e o sexo com animais são sumariamente proibidas.

 

 

Versículos de Destaque

 

 

Lv 16: 17 -- Nenhum homem estará na tenda da revelação quando Arão entrar para fazer expiação no lugar santo, até que ele saia, depois de ter feito expiação por si mesmo, e pela sua casa, e por toda a congregação de Israel.

18 Então sairá ao altar, que está perante o Senhor, e fará expiação pelo altar; tomará do sangue do novilho, e do sangue do bode, e o porá sobre as pontas do altar ao redor.

19 E do sangue espargirá com o dedo sete vezes sobre o altar, purificando-o e santificando-o das imundícias dos filhos de Israel.

20 Quando Arão houver acabado de fazer expiação pelo lugar santo, pela tenda da revelação, e pelo altar, apresentará o bode vivo;

21 e, pondo as mãos sobre a cabeça do bode vivo, confessará sobre ele todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, sim, todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á para o deserto, pela mão de um homem designado para isso.

22 Assim aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles para uma região solitária; e esse homem soltará o bode no deserto.

23 Depois Arão entrará na tenda da revelação, e despirá as vestes de linho, que havia vestido quando entrara no lugar santo, e ali as deixará.

24 E banhará o seu corpo em água num lugar santo, e vestirá as suas próprias vestes; então sairá e oferecerá o seu holocausto, e o holocausto do povo, e fará expiação por si e pelo povo”.

 

Lv 17: 11 -- “Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que faz expiação, em virtude da vida”.

 

Am 9: 11 -- “Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo de Davi, que está caído, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e as reedificarei como nos dias antigos”;

Am 9: 15 -- “Assim os plantarei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o senhor teu Deus”.

 

 

 

 

Aplicação da Parashá e Haftará Ez 22: 1 a 19 e Am 9: 7 a 15

 

 

 

Na haftará são enumerados vários pecados cometidos pelo povo (descritos em Ezequiel). Por isso os castigos divinos se avizinhavam e vieram realmente a acontecer após a morte do príncipe de Israel, o Senhor Yeshua. Porém em Amós vemos mais uma vez o cuidado do Eterno em cumprir Suas promessas aos israelitas, levantando o “tabernáculo caído”, e restaurando para sempre o povo em sua terra. Logicamente isto se dará no reino milenial quando ele, o príncipe, regressar do lugar santíssimo (que é onde O PAI está, e o messias esta com ELE recebendo as honrarias por ter vencido - Apocalipse 5: 13), como quando o sacerdote saia da tenda em Yon Kipur, e se der a conhecer ao povo de Israel, de acordo com o trecho em destaque acima, Levítico 16: 17 a 24.

 

Os dois cabritos descritos na parashá representam a dualidade do serviço do messias.

Em uma situação Ele é aquele que recebe as injúrias por nós e leva para longe onde Deus se esquece dos nossos pecados (Is 38:17).

Na outra Ele é aquele que por Seu sangue nos reconcilia com Deus.

A palavra que foi usada, “kaphar” em hebraico, propiciar, expiar o pecado, transmite a idéia de não retirara culpa, apenas cobrir, por que de acordo com Hebreus 10: 4, “é impossível que sangue de touros e de bodes remova pecados”. É como se varrêssemos o lixo para debaixo do tapete. Porém Cristo pagou “uma vez por todas” (Hb 9: 26).

É interessante notar que no Novo Testamento não há a palavra expiação e sim reconciliação.

 

Estamos na época da páscoa e queremos que a igreja saiba profundamente o seu significado para não macular o que O Senhor nos deu de mais precioso que foi o próprio sangue de Seu filho.

Para a igreja a páscoa representa o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”( João 1: 29). Vimos por tudo que foi dito acima a importância do sangue de Cristo que foi derramado pela humanidade. Creio não ser necessário dizer o quanto seria uma verdadeira afronta ao Deus Altíssimo participarmos desta páscoa comercial com seus coelhinhos de chocolate, ovinhos decorados e cheios de guloseimas. Quem recebe e presenteia com estes artigos nestes dias, demonstra uma total falta de conhecimento dos ensinamentos bíblicos que diz para não nos associarmos com os que tais coisas praticam. É uma banalização do sagrado.

A Bíblia manda os judeus repassarem aos seus filhos a história da saída miraculosa do Egito.

Nós da igreja deveríamos contar aos nossos filhos como Cristo nos alcançou dando-nos eterna salvação. Esta sim é a verdadeira páscoa.

Lembremo-nos que na santa ceia o Senhor disse que deveríamos “comer” Sua carne, e “bebermos” o Seu sangue. Perfeitamente de acordo com os sacrifícios de cordeiros e touros. Na Sua carne há alimento “kasher”- limpo - , e no Seu sangue há vida para nós (porque a vida da carne está no sangue – Lv 17: 11).

 

 

O Seder (ritual da páscoa) é composto por quinze passos:

 

 

1-               Kadesh Recitar o kidush

2-               Urchatz – Lavagem das mãos

3-               Karpas – Mergulhar vegetal em água salgada

4-               Iachatz – Quebrando a matzá do meio

5-               Maguid – Contando a história

6-               Rotza – Lavagem ritual das mãos

7-               Motzi – Benção da Matzá

8-               Matzá – Comendo a Matzá

9-               Maror – Erva amarga

10-            Korech – Sanduiche de maror

11-            Schulchan Orech – Refeição festiva

12-            Tzafun – Resgatando e comendo o afikoman

13-            Barech – Benção após a refeição

14-            Halel – cantando cânticos de Louvor

15-            Nirtzá – Pedido de aceitação às nossas preces.

  

 

 

Feliz páscoa, boa ceia!!!

 

  

E o futuro de Israel, após serem todos crentes em Yeshua e cheios do Espírito Santo, será maravilhoso. Leia Joel 2: 28 a 32. 

 

Um profundo e sincero SHALOM a todos!!!        

 

 

 

Autor: Sílvio Simões Maia



5 Comentários

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